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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Robótica - A explosão educativa

A Robótica, na sua essência, não é só dos tempos atuais. De facto, já há muitos anos que a sociedade tem recorrido a este tipo de dispositivo/ramo para diversos e diferentes fins. Quase em paralelo, nos tempos mais recentes, diversos contextos educativos têm também procurado explorar, dinamizar e integrar com um propósito educacional.
A respeito do segundo ponto acima referido, este poderá estar relacionado com algumas situações fundamentais: a perceção das escolas (professores) sobre a sua importância, os preços mais acessíveis da própria tecnologia, os fatores de motivação para os alunos, entre outras possíveis e diferentes situações.
O que podemos também constatar é o facto de que atualmente existe uma maior quantidade e variedade de opções ao nível da robótica educacional. Esta espécie de competitividade é essencial, para que sejam possíveis preços mais acessíveis e em conta para aos diferentes espaços escolares (na ótica da compra por parte das escolas). A partir daqui, é necessário definir que tipo de investimento financeiro deve ser feito, tendo em conta naturalmente qual o objetivo geral e específico da sua utilização nos respetivos contextos educativos.
E é neste último aspecto que penso ser o principal ponto de partida: que robô, para quem e para quê. São de facto algumas questões essenciais mas que de certa forma, irão definir a própria contextualização ao nível da utilização dos robôs e a respetiva adequação educacional.
Eu acredito nas diferentes potencialidades de cada tipo de robô. Quer seja na própria construção de base, na sua programação, na utilização transversal, na projeção do trabalho colaborativo, entre tantas outras condições educativas.
O grande propósito da robótica educacional é, de certa forma, não deixar tornar estas ferramentas em brinquedos. Não que não seja importante o brincar, naturalmente, mas na perspetiva de conseguirmos levar também as crianças num caminho educativo, como por exemplo, desenvolvendo o pensamento computacional e na introdução efetiva às Ciências da Computação no contexto educativo.

https://voice.mozilla.org/img/robot-thinking.png

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Robotvilla

A robótica educativa não é exclusiva destes últimos tempos, contudo é comum observarmos cada vez mais robôs nos diferentes contextos escolares. As razões podem estar relacionadas, como por exemplo, com a maior oferta tecnológica, pela preocupação de ensinar a programar ou até na própria introdução às Ciências da Computação (entre outros).
Todas elas considero válidas, mas o que importa é que essa abordagem educativa seja devidamente enquadrada, para que os robôs não sejam visto apenas como brinquedos. Aliás, muitos deles são autênticos brinquedos, agora cabe ao professor tornar os devidos momentos lúdicos, didáticos e ricos em experiências transversais.
Todos os robôs têm as suas particularidades. Uns que pretendem trabalhar mais os conceitos de programação, outros de construção e até ao desenvolvimento da criatividade, entre outro tipo de situações. Na escolha dos robôs, é essencial rever as próprias potencialidades, tal como as diferentes adaptações e adequações que são possíveis de se fazer para o respetivo contexto. Para tal, existem diversos espaços na Internet que pretendem dar mais informações gerais e específicas sobre alguns robôs, como é o caso do sítio Robotvilla.
Este sítio é da autoria de Francesca e que pretende analisar ao pormenor diversos tipos de robôs. Quer seja através de vídeos ou fotografias, aqui é feita uma análise educativa para que seja mais fácil percebermos sobre as suas principais características.
Robotvilla salienta também a realidade de que é também possível aprendermos conceitos no âmbito das Ciências da Computação (programação, pensamento computacional) sem a utilização de ecrãs e utilizando os diferentes robôs.
É de facto um espaço muito interessante, porque também vai ao encontro desta exponencialização da robótica educativa ( e que seja devidamente enquadrada).