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sábado, 7 de abril de 2018

"Nova" dimensão

Recordo, com alguma nostalgia do meu tempo de aluno, a utilização dos acetatos, através dos retroprojetores. Não invejo, de facto, a prática docente desse tempo (nesta temática), porque um bom acetato educativo, predisponha naturalmente de muita criatividade, mas também de persistência e de muita paciência. Imagino as vezes que seria necessário apagar ou retocar a informação, de forma a reproduzir o que se desejaria.
Os tempos continuam a mudar e a forma como a tecnologia é utilizada também. Outrora, na transformação e desenvolvimento do processo de ensino e de aprendizagem tradicional ou na transmissão do conhecimento, acredito vivamente que caminhamos para uma nova dimensão.
A minha prática letiva está diretamente relacionada com as TIC. E ao longo dos últimos anos, as transformações massivas da sociedade requerem (e até exigem) um cidadão com competências digitais que, de certa forma influenciarão a sua vida profissional e pessoal. Não apenas para estarem preparados para o futuro, mas também para que consigam "desenhar" um futuro melhor.
São mudanças que não se pretendem radicais, mas que sejam devidamente enquadradas, adaptadas, contextualizadas e até faseadas no tempo. Muito dessas situações fazem parte já da escola, como por exemplo, a resolução de problemas, o trabalho em equipa, a criatividade, a colaboração, entre outras, mas agora na utilização da tecnologia.
As possibilidades serão muitas. E fruto de todo essa conjugação, poderão surgir novas ideias e projetos, utilizando os conteúdos escolares ou outros também do interesse dos alunos. Criar/recriar é uma das novas dimensões, pelo que será importante fomentar o processo criativo dos espaços educativos.


sábado, 7 de outubro de 2017

As Ciências da Computação no contexto educativo (parte I)

As Ciências da Computação na sua aproximação e no enquadramento com os contextos educativos, pretendem ser também um suporte ao desenvolvimento do pensamento computacional e do raciocínio lógico. Quer com (ou sem) tecnologia, as atividades que sejam realizadas e dinamizadas, estas poderão desenvolver a capacidade das crianças em resolver problemas (associados ou não à tecnologia).
Eu refiro o "poderão" porque nem sempre conseguimos atingir os nossos objetivos, em virtude de diferentes e inúmeros percalços que acontecem. Contudo, para o desenvolvimento destes momentos, tais como tantos outros, importa definir o caminho e enquadrar devidamente de acordo com o respetivo contexto. Quantidade não é sinónimo de qualidade, pelo que é importante optar pelo simples, mas que funcione efetivamente.
Todo este propósito em desenvolver a capacidade das crianças para resolverem problemas (trabalho em equipa, cooperação,...) já não é de agora. No geral dos espaços escolares, é algo que se procurou fomentar no passado e no presente. Aquilo que mudou, de certa forma, são as estratégias para que possamos ir ao encontro desse mesmo desenvolvimento.
Desta forma, as Ciências da Computação, no âmbito do desenvolvimento do pensamento computacional, não é só uma estratégia para o melhorar a capacidade de resolução de problemas, mas também para compreender como as tecnologias funcionam (programação, algoritmo) e preparar os alunos para uma sociedade futuramente (caoticamente) tecnológica.
Os primeiros passos já foram dados. Mais serão precisos. Elas têm espaço e a criatividade do professor será uma das melhoras formas para a sua integração.

http://tecnologiadoomega.blogspot.pt/2014/08/