A robótica educativa não é exclusiva destes últimos tempos, contudo é comum observarmos cada vez mais robôs nos diferentes contextos escolares. As razões podem estar relacionadas, como por exemplo, com a maior oferta tecnológica, pela preocupação de ensinar a programar ou até na própria introdução às Ciências da Computação (entre outros).
Todas elas considero válidas, mas o que importa é que essa abordagem educativa seja devidamente enquadrada, para que os robôs não sejam visto apenas como brinquedos. Aliás, muitos deles são autênticos brinquedos, agora cabe ao professor tornar os devidos momentos lúdicos, didáticos e ricos em experiências transversais.
Todos os robôs têm as suas particularidades. Uns que pretendem trabalhar mais os conceitos de programação, outros de construção e até ao desenvolvimento da criatividade, entre outro tipo de situações. Na escolha dos robôs, é essencial rever as próprias potencialidades, tal como as diferentes adaptações e adequações que são possíveis de se fazer para o respetivo contexto. Para tal, existem diversos espaços na Internet que pretendem dar mais informações gerais e específicas sobre alguns robôs, como é o caso do sítio Robotvilla.
Este sítio é da autoria de Francesca e que pretende analisar ao pormenor diversos tipos de robôs. Quer seja através de vídeos ou fotografias, aqui é feita uma análise educativa para que seja mais fácil percebermos sobre as suas principais características.
Robotvilla salienta também a realidade de que é também possível aprendermos conceitos no âmbito das Ciências da Computação (programação, pensamento computacional) sem a utilização de ecrãs e utilizando os diferentes robôs.
É de facto um espaço muito interessante, porque também vai ao encontro desta exponencialização da robótica educativa ( e que seja devidamente enquadrada).
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segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Robotvilla
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sábado, 23 de setembro de 2017
Algoritmicamente falando
Não há manhã da semana em que não seja preciso apressar alguma etapa da logística "sair de casa". Parece que de certa forma, estamos confinados a determinados algoritmos, cada um diferente entre todos nós, mas com o propósito de sairmos de casa, com o objetivo de chegarmos a tempo ao nosso trabalho.
Na véspera, ou já automaticamente definido, pensamos nas diversas etapas que temos de cumprir (sozinhos ou alternando com os restantes membros do agregado familiar) e a partir daí definimos os tempos para cada etapa (que podem já ter algum tempo extra para possíveis "derrapagens"). É uma ginástica mental muito interessante e que ao ser treinada desenvolve cada vez estes processos logísticos.
É um facto de que não somos máquinas ou algo que se assemelhe, longe disso, daí que se o plano não funcionar, é importante descobrir onde falhámos e corrigir para as próximas situações. Sempre se fez isto, como é óbvio, mas olhando de forma algoritma, compreendemos que a "logística" matinal, como por exemplo, se pode assemelhar ao algoritmo "sair de casa".
Nesta perspetiva, recentemente, explorei com um grupo de docentes a questão do jogo do galo. Jogo que é conhecido desde cedo pelas crianças do qual algumas "descobrem" a estratégia para vencer ou para não perder. E se essa estratégia fosse escrita? Qual é a forma de vencermos ou de não perdermos no jogo do galo?
Algoritmicamente falando, apresentei uma pequena atividade com as instruções que representavam a vitória ou o empate, através de um papel onde um docente era a representação teatral de um computador. Isto é, fazia o que o papel lhe dizia, de acordo com o jogo e do respetivo adversário (as suas jogadas).
Papel Inteligente (clique para ter acesso à atividade).
Na véspera, ou já automaticamente definido, pensamos nas diversas etapas que temos de cumprir (sozinhos ou alternando com os restantes membros do agregado familiar) e a partir daí definimos os tempos para cada etapa (que podem já ter algum tempo extra para possíveis "derrapagens"). É uma ginástica mental muito interessante e que ao ser treinada desenvolve cada vez estes processos logísticos.
É um facto de que não somos máquinas ou algo que se assemelhe, longe disso, daí que se o plano não funcionar, é importante descobrir onde falhámos e corrigir para as próximas situações. Sempre se fez isto, como é óbvio, mas olhando de forma algoritma, compreendemos que a "logística" matinal, como por exemplo, se pode assemelhar ao algoritmo "sair de casa".
Nesta perspetiva, recentemente, explorei com um grupo de docentes a questão do jogo do galo. Jogo que é conhecido desde cedo pelas crianças do qual algumas "descobrem" a estratégia para vencer ou para não perder. E se essa estratégia fosse escrita? Qual é a forma de vencermos ou de não perdermos no jogo do galo?
Algoritmicamente falando, apresentei uma pequena atividade com as instruções que representavam a vitória ou o empate, através de um papel onde um docente era a representação teatral de um computador. Isto é, fazia o que o papel lhe dizia, de acordo com o jogo e do respetivo adversário (as suas jogadas).
Papel Inteligente (clique para ter acesso à atividade).
terça-feira, 5 de setembro de 2017
Cubetto - O Robô Educativo
Aproxima-se mais um ano letivo. É incrível como o tempo voa e já faz algum tempo que não frequentava o meu próprio espaço, nomeadamente o PráTICas. O ano letivo anterior caracterizou-se por outro projeto educativo que, de certa forma, mobilizou diferentes etapas ao longo do tempo. No entanto, esse mesmo esteve e estará intimamente relacionado com a tecnologia e a escola, pelo que fará todo o sentido "voltar" a este lugar.
Nesse mesmo projeto, chegaram recentemente alguns materiais para serem explorados na comunidade educativa das escolas da Região Autónoma da Madeira. Esses estão intimamente relacionados com a robótica, como é o caso do robô Cubetto.
Este robô, já aqui abordado em diferentes oportunidades, chega para ser uma aposta efetiva de exploração desde o grupo de alunos da Educação Pré-Escolar. A sua simplicidade e as inúmeras potencialidades educativas (transversalidade) serão uma mais valia para as diferentes salas. Contudo, nada impedirá que seja também explorado noutros contextos (1º ciclo ou 2º ciclo), definindo-se naturalmente a forma e o modo da operacionalização.
O Cubetto para além do mapa "oficial", tem agora também mais 4 mapas com o respetivo guia de utilização. No próprio sítio desta ferramenta, é possível encontrar diferentes estratégias disponibilizadas pela comunidade. Espero também partilhar ao longo do tempo uma adaptação de outras atividades também sugeridas pela equipa do Cubetto.
Aproveito também para desejar um fantástico ano letivo.
Nesse mesmo projeto, chegaram recentemente alguns materiais para serem explorados na comunidade educativa das escolas da Região Autónoma da Madeira. Esses estão intimamente relacionados com a robótica, como é o caso do robô Cubetto.
Este robô, já aqui abordado em diferentes oportunidades, chega para ser uma aposta efetiva de exploração desde o grupo de alunos da Educação Pré-Escolar. A sua simplicidade e as inúmeras potencialidades educativas (transversalidade) serão uma mais valia para as diferentes salas. Contudo, nada impedirá que seja também explorado noutros contextos (1º ciclo ou 2º ciclo), definindo-se naturalmente a forma e o modo da operacionalização.
O Cubetto para além do mapa "oficial", tem agora também mais 4 mapas com o respetivo guia de utilização. No próprio sítio desta ferramenta, é possível encontrar diferentes estratégias disponibilizadas pela comunidade. Espero também partilhar ao longo do tempo uma adaptação de outras atividades também sugeridas pela equipa do Cubetto.
Aproveito também para desejar um fantástico ano letivo.
sábado, 3 de setembro de 2016
Versão 16.17
Chegado o mês de setembro, é altura de darmos início a mais um ano letivo. Após um verão bem quente, é fundamental que os nossos painéis solares epidérmicos tenham absorvido energia suficiente para fazer face aos desafios que estaremos sujeitos ao longo do tempo. O caminho é extenso, o grau de exigência é exponencial e o desenvolvimento tecnológico continuará a surpreender-nos.
É aqui que continua a chave, a temática, deste espaço educativo. Continuarei a tentar divulgar novos espaços, novas ideias e mais soluções tecnológicas que de certa forma possam ajudar a prática pedagógica e o desenvolvimento de mais e diferentes aprendizagens.
Com uma nova terminologia ao nível deste espaço, isto é, do passado "Ferramentas TIC", o presente e o futuro será conhecido por "PráTICas". A base de trabalho será globalmente a mesma, ou seja, estará relacionada com uma pequena análise dos diferentes projetos, anexando uma imagem e um vídeo explicativo dos mesmos.
A língua oficial deste espaço continuará a ser a língua portuguesa, mas que naturalmente não deverá ser um obstáculo ao conhecimento das soluções aqui divulgadas. Só me resta então desejar a todos os profissionais da educação (e não só) um excelente ano letivo, na versão 16.17.
É aqui que continua a chave, a temática, deste espaço educativo. Continuarei a tentar divulgar novos espaços, novas ideias e mais soluções tecnológicas que de certa forma possam ajudar a prática pedagógica e o desenvolvimento de mais e diferentes aprendizagens.
Com uma nova terminologia ao nível deste espaço, isto é, do passado "Ferramentas TIC", o presente e o futuro será conhecido por "PráTICas". A base de trabalho será globalmente a mesma, ou seja, estará relacionada com uma pequena análise dos diferentes projetos, anexando uma imagem e um vídeo explicativo dos mesmos.
A língua oficial deste espaço continuará a ser a língua portuguesa, mas que naturalmente não deverá ser um obstáculo ao conhecimento das soluções aqui divulgadas. Só me resta então desejar a todos os profissionais da educação (e não só) um excelente ano letivo, na versão 16.17.
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