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sábado, 7 de abril de 2018

"Nova" dimensão

Recordo, com alguma nostalgia do meu tempo de aluno, a utilização dos acetatos, através dos retroprojetores. Não invejo, de facto, a prática docente desse tempo (nesta temática), porque um bom acetato educativo, predisponha naturalmente de muita criatividade, mas também de persistência e de muita paciência. Imagino as vezes que seria necessário apagar ou retocar a informação, de forma a reproduzir o que se desejaria.
Os tempos continuam a mudar e a forma como a tecnologia é utilizada também. Outrora, na transformação e desenvolvimento do processo de ensino e de aprendizagem tradicional ou na transmissão do conhecimento, acredito vivamente que caminhamos para uma nova dimensão.
A minha prática letiva está diretamente relacionada com as TIC. E ao longo dos últimos anos, as transformações massivas da sociedade requerem (e até exigem) um cidadão com competências digitais que, de certa forma influenciarão a sua vida profissional e pessoal. Não apenas para estarem preparados para o futuro, mas também para que consigam "desenhar" um futuro melhor.
São mudanças que não se pretendem radicais, mas que sejam devidamente enquadradas, adaptadas, contextualizadas e até faseadas no tempo. Muito dessas situações fazem parte já da escola, como por exemplo, a resolução de problemas, o trabalho em equipa, a criatividade, a colaboração, entre outras, mas agora na utilização da tecnologia.
As possibilidades serão muitas. E fruto de todo essa conjugação, poderão surgir novas ideias e projetos, utilizando os conteúdos escolares ou outros também do interesse dos alunos. Criar/recriar é uma das novas dimensões, pelo que será importante fomentar o processo criativo dos espaços educativos.


terça-feira, 27 de setembro de 2016

Kano

Os papéis mudaram... Aliás, se ainda não mudaram, ainda vamos a tempo de mudar... Mas que tipo de mudança? Bem, de acordo com o contexto das tecnologias e a sua abordagem nos espaços educativos, estamos no tempo em que em vez de consumidores, deveremos ser criadores. É preciso mudar a atitude face à tecnologia e tentar perceber como ela funciona e do que ela é capaz.
Este é uma das novas condições que em certa medida deverão fazer parte da prática pedagógica, numa perspetiva de se facultarem novas habilidades e competências aos nossos jovens de hoje, os profissionais de amanhã. Perante isto, há cada vez mais metodologias e processos de ensino de aprendizagem que pretendem reforçar a prática pedagógica.
Paralelamente a este facto, há também projetos que procuram ajudar os espaços de sala de aula com soluções inovadoras que tentam desafiar os nossos jovens alunos. Kano, por exemplo, é um desses projetos que mobilizam novos saberes, na temática das Ciências da Computação.
Este projeto visa a construção de um computador, através de um respetivo kit de objetos que, através de um guia informativo, explica todos os passos, como se tratassem de peças do Lego. Esse processo inclui todos os componentes do computador (incluíndo o ecrã).
Após a sua construção, Kano disponibiliza um conjunto diversificado de funções que projetam nos seus utilizadores a aprendizagem e a criação de vários e diferentes projetos. Definir o seu próprio Minecraft, aprender a programar, criar músicas ou criar imagens pixelizadas, são alguns dos exemplos práticos na sua abordagem.
Kano está num patamar já muito elevado. É um projeto que promove a aprendizagem de diversos conteúdos da computação e que poderá ser um meio de interação entre pares, num processo colaborativo. Na sua abordagem será normal encontrarem-se alguns problemas, mas o desafio é encontrá-los, enquadrá-los e resolvê-los.





terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Limnu

É comum podermos encontrar no mundo digital ferramentas que têm o mesmo objetivo, mas que no entanto, em algumas delas, a diferença em determinados pormenores poderá fazer toda a diferença no seu sucesso e na sua maior utilização por todos. Esta competitividade é saudável para o utilizador, que espera sempre por ferramentas que vão ao encontro da suas necessidades e dos desafios atuais.
Vejamos por exemplo a temática dos "quadros brancos" digitais, onde podemos encontrar inúmeros exemplos na Internet, mas Limnu foi uma das últimas opções que achei interessante e que de certa forma poderá adequar-se a níveis de ensino mais avançados.
Limnu no fundo é um quadro-branco, disponível na Internet, e que pretende ser uma ferramenta de apoio e de ajuda à constituição de ideias, esboços ou temáticas. Tudo isto poderá ser compartilhado e trabalhado em colaboração com outros elementos.
Adaptado aos nossos dias, Limnu disponibiliza um conjunto simples de ferramentas que por certo ajudarão os seus utilizadores a desenvolverem os seus trabalhos. Pode ser trabalho na grande maioria dos dispositivos móveis e navegadores da Internet. Tem duas versões pagas e uma gratuita, no entanto, apenas as primeiras oferecem todas as suas opções.
Como já atrás referi, Limnu enquadra-se melhor em grupos de ensino mais avançados, face ao investimento que é necessário fazer para este tipo de conteúdo e também à sua aplicabilidade. Apesar de existirem outras opções no mercado também válidas, Limnu destaca-se pela sua simplicidade e qualidade.




terça-feira, 19 de janeiro de 2016

ClassFlow

A forma como podemos interagir com os nossos alunos, nomeadamente na abordagem de conteúdos, tem diversificado ao longo do tempo. Os professores têm na realidade cada vez mais desafios nesta dinâmica, isto porque o seu público alvo é cada vez mais exigente e em especial na forma como podem ser desenvolvidos e estudados os conteúdos de cada disciplina.
Com a introdução das tecnologias de informação e comunicação nos contextos educativos, os professores ganharam novas ferramentas e novas formas de interação, cabendo a cada um (e a cada escola) decidir aquilo que se possa adequar ao seu grupo de trabalho e à realidade escolar.
Nesta perspetiva e dinâmica, hoje aproveito para falar-vos um pouco de ClassFlow. Esta é uma ferramenta que possibilita aos professores desenvolverem conteúdos digitais (aulas) para os seus alunos. Estes, com o suporte dos diferentes dispositivos móveis, têm a oportunidade de contactarem com os diferentes conteúdos promovidos na disciplina.
No entanto, ClassFlow não se fica apenas por aqui. Existe ainda toda uma logística na perspetiva de ser possível integrar essa aula nos quadros interativos, monitorizar o progresso dos alunos, dissipar dúvidas enviando informações em tempo real para os dispositivos dos alunos e, no momento da elaboração dessa mesma aula, a utilização de diferentes formas de construção de perguntas (verdadeiro/falso, escolha múltipla, resposta livre, ...)
No fundo, ClassFlow é mais uma alternativa para quem pretende otimizar os recursos educativos da sua disciplina. A partir daqui, e através das tecnologias existentes no contexto educativo e de sala de aula, poder-se-ão enquadrar momentos de aprendizagem dinâmicos, interativos e colaborativos.




quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

SimCity 4

As atividades nas aulas TIC deverão ter um espaço para o desenvolvimento de conteúdos relacionados com jogos de estratégia. Para tal, é necessário haver uma contextualização de determinados jogos, para que possam estar adequados à faixa etária dos nossos alunos, bem como à própria essência e pertinência desses mesmos jogos.
Esta abordagem tenho feito ao longo dos últimos anos nas minhas aulas TIC, utilizando o jogo de estratégia SimCity, nomeadamente a versão SimCity 4. Existem de facto muitas soluções interessantes nesta dinâmica que são fáceis de integrar e os alunos normalmente reagem muito bem, demonstrando muito interesse.
O SimCity 4 é um jogo já com alguma história, no entanto, continua a ser uma estratégia muito pertinente e que revela algumas qualidades na sua abordagem. O objetivo do jogo é criar e gerir uma cidade, recorrendo a muitas e diferentes situações, para que os seus habitantes tenham qualidade de vida. Emprego, indústria, habitação, energia, reciclagem, meios de transporte, saúde, policiamento, educação, acessos, entre outros aspetos, são da responsabilidade dos jogadores.
Para que exista sucesso no jogo e na atividade, os alunos têm que demonstrar muita cooperação entre si e os outros grupos (atividade de grupo), espírito crítico, capacidade de gestão, organização e percepção da ficção para o mundo real.
SimCity 4 requere naturalmente uma explicação inicial para todos os alunos e um acompanhamento das equipas de trabalho nas primeiras aulas. Posteriormente poderemos verificar que a maior parte das equipas (e dos alunos) consegue utilizar o jogo com autonomia.
SimCity 4 é muito mais do que um simples jogo de estratégia e é importante que os nossos alunos tenham estas experiências que no fundo reproduzem o mundo real no espaço de sala de aula.



sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Emaze

Ao longo dos tempos, tenho verificado melhorias significativas na forma como são dadas formações, palestras ou outro tipo de situações, do qual seja necessário utilizar o Powerpoint ou outra ferramenta similar para a projeção da informação. No entanto, é muito provável que nos recordemos de muitos momentos onde observámos apresentações pouco "produtivas", que por certo não foram ao encontro daquilo que se pretendia, isto é, informar.
Antes de passar para o conteúdo desta publicação, gostava primeiro ainda de referir um dos meus prediletos mentores na perspetiva do processo comunicacional, nomeadamente na utilização do PowerPoint (ou de outra ferramenta similar), Guy Kawasaki, onde refere uma espécie de regra para as apresentações em público: 10/20/30. 10 slides, 20 minutos de apresentação e mínimo de 30 para o tamanho de letra. A partir daqui, cada orador/professor/formador terá de enquadrar o que pretende para a sua apresentação. Para uma apresentação, mais do que isto, na minha opinião, já não se enquadra numa estratégia de apresentação.
Voltando ao foco desta publicação, a respeito das ferramentas TIC, para ajudar às nossas apresentações, existem diversas alternativas ao PowerPoint. Naturalmente que devemos ter em conta o processo de construção e Emaze, um serviço online de apresentações, é uma alternativa muito interessante nesta perspetiva.
É um um serviço gratuito, com pré-registo, e que pretende ajudar a criar apresentações de maneira a conseguirmos informar determinado público alvo. Para tal, o sistema é parecido ao PowerPoint, onde é possível adicionar textos, fotos, vídeos entre outras opções. A criatividade e o processo de síntese de cada um é que poderá fomentar o sucesso do projeto.
A plataforma disponibiliza também alguns templates de apoio, todo o processo ficará guardado na nuvem e poderá depois ser replicado nos diversos dispositivos (computador, tablet ou smartphones). Cada projeto pode ser depois partilhado também pelas diferentes redes sociais.
Emaze é uma excelente alternativa ao PowerPoint, no entanto, o sucesso de cada projeto está dependente da forma como cada um condensa a informação e a projeta posteriormente. Não nos podemos esquecer que se utilizarmos a apresentação em público, esta deverá funcionar como suporte à nossa comunicação.






quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Classloom

A forma como podemos comunicar ou interagir com os pais/encarregados de educação tem tido ao longo dos últimos tempos novas e diferentes estratégias. É normal que esta seja feita também de forma presencial, no entanto, acredito que em muitos contextos escolares possam ser completadas com o suporte de ferramentas online.
Nesta perspetiva, recentemente encontrei Classloom que é uma ferramenta gratuita para os professores e que permite a comunicação com os pais/encarregados de educação. O objetivo principal é de facto tornar o espaço comunicacional mais rápido e eficiente, através de uma plataforma acessível a um comum utilizador.
Com Classloom é possível partilhar todos os eventos da turma, trabalhos de casa, datas dos testes e documentos importantes da turma e dos alunos. Os professores e os pais podem também enviar mensagens. No entanto, é necessário referir que toda esta informação só está disponível para quem fizer parte de um determinado grupo da plataforma.
Classloom permite que os pais possam saber um pouco mais sobre a vida escolar dos seus filhos e que desta forma tenham oportunidade de saber sem terem que falar pessoalmente com o professor ou até confirmar informações disponibilizadas pelos seus educandos. Esta ferramenta tem de facto alguns aspetos interessantes que vão ao encontro da realidade escolar e social, onde o suporte das tecnologias são determinantes até numa perspetiva de ganharmos tempos ao nosso dia.




terça-feira, 24 de novembro de 2015

SnapSchool

Um dos alicerces que pode desenvolver o processo de ensino e de aprendizagem dos nossos alunos é a colaboração. De facto, atualmente, verificamos um maior enquadramento em situações que visam o trabalho em equipa presencial, e não só, mas também em outro tipo de momentos que não obriguem a essa mesma presença.
Naturalmente que com a evolução das ferramentas e das próprias aplicações, é cada vez mais possível orientarmos atividades e situações que fomentem a interação e a colaboração. Colaboração essa que se pretende efetiva e que ajude aos mecanismos da própria aprendizagem.
SnapSchool tem então um pouco daquilo que falei. Esta aplicação, gratuita e disponível para Android e Ios, permite que os seus utilizadores partilhem determinada dúvida de um exercício (através de foto) e que alguém da comunidade possa ajudar. Consoante a disponibilidade e a própria ajuda que cada um de nós dá também a outros utilizadores, a nossa dúvida será "desfeita" com maior brevidade.
No fundo, SnapSchool pretende criar uma comunidade que esteja disponível para ajudar e que depois possa também ser ajudada. O trabalho colaborativo é a base do sucesso, onde são promovidos os melhores utilizadores, isto é, mostrar aqueles que conseguem ajudar com mais frequência e com qualidade.



quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Class Dojo

A forma como podemos controlar e monitorizar o comportamento dos alunos no nosso espaço educativo pode estar tão perto e através de simples cliques. Com o desenvolvimento das ferramentas digitais, há no mercado diversas aplicações que pretendem ajudar os professores a possuírem um melhor e maior controlo dos seus alunos. A escolha depende então do gosto ou do contexto de cada um.
Uma das ferramentas que sugiro neste dinamismo é ClassDojo. Esta, já aqui apresentada anteriormente, tem apresentado ao longo dos últimos tempos atualizações muito interessantes que, de certa forma, melhoraram ainda mais este processo avaliativo. Mas vamos por partes. Esta aplicação, surgiu inicialmente como uma ajuda para podermos controlar o espaço de sala de aula, avaliando os alunos ao nível comportamental. O progresso trouxe de facto mais novidades, primeiro a possibilidade de partilhar o comportamento diário com os pais/encarregados de educação, bem como a outros colegas de trabalho da escola e recentemente a possibilidade de partilhar fotografias das atividades/momentos dinamizados na sala. As atitudes e valores são personalizáveis, de acordo com a necessidade de cada professor.
ClassDojo além de ser gratuito e estar disponível nas diversas plataformas digitais (Google Play e AppStore), está desenvolvido na língua portuguesa. Esta aplicação é de facto uma mais valia para que se possa consolidar o processo colaborativo entre a escola e casa, de maneira a melhorar as competências comportamentais dos respetivos educandos.




quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Storest

É um facto de que as crianças nos dias de hoje estão cada vez mais digitais, onde por vezes as brincadeiras giram apenas à volta de si mesmas. Os seus brinquedos ou as suas atividades lúdicas caracterizam-se, em muitas delas, essencialmente por jogos nos computadores, nas consolas ou também em dispositivos móveis. É uma infância totalmente diferente, como por exemplo da minha (anos 80), onde a rua era o local perfeito para estarmos com os nossos amigos e realizarmos as nossas brincadeiras. Quase nada era digital, onde por vezes os objetos do dia a dia serviam como suporte às nossas atividades.
No entanto, voltando à realidade atual e ao propósito deste blogue, no mercado digital têm surgido algumas novidades ao nível das aplicações móveis, com determinados conteúdos que "saem" dos ecrãs e que procuram dar oportunidade às crianças de experimentarem novas estratégias de manuseamento, criação e de colaboração. No fundo, são aplicações que oferecem conteúdos que podem tornar-se manuseáveis e adaptados para as brincadeiras das crianças. Como exemplo, apresentamos Storest, uma aplicação que podemos utilizar também com os nossos alunos.
Esta aplicação está relacionada com as compras, isto é, tem toda uma logística relacionada com um loja comum. As crianças podem tornar-se donas de uma loja e vender os seus produtos. Produtos esses (e o dinheiro) que são editados na aplicação e posteriormente imprimidos. Os produtos terão o seu respetivo código (QR) e através da câmara do iPad será identificado o preço para o processo de compra e venda.
Storest traz na realidade uma novidade que permite a um grupo de alunos simularem um contexto social comum, na perspetiva da compra e venda de produtos, utilizando também o dinheiro como suporte às transações entre o logista e o comerciante. Esta aplicação está disponível para iPad (2,69€), mas ainda sem versão na língua portuguesa.




quinta-feira, 29 de maio de 2014

Mindmeister

Mindmeister é um sítio na Internet que permite a criação de mapas mentais, com versão na língua portuguesa. Esta ferramenta, repleta de bons recursos e muito fácil de utilizar, é ideal para podermos trabalhar em equipa. No seu plano grátis, possibilita a elaboração de 3 mapas. Mindmeister também está disponível para as diferentes plataformas, nomeadamente Android e IOS.




domingo, 27 de abril de 2014

Celly

Celly permite que todos criem as suas próprias redes sociais de uma forma simples e intuitiva. Um dos pontos interessantes é o facto de manter as conversas seguras e privadas, adequando-se ao contexto escolar, isto é, para ser usado por professores e por alunos. Poderá funcionar como suporte ao aluno nos seus trabalhos de casa, organização das atividades escolares e na colaboração entre os pais e os professores. Este programa está em inglês.