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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Os quebra-gelos no espaço formativo...e não só.

Umas das estratégias que recentemente utilizei para criar um bom ambiente no espaço formativo foram os denominados "quebra-gelos". De facto, para além da preocupação normal em potenciar a formação ao nível dos conteúdos a abordar, preocupei-me também em manter um clima positivo e acolhedor em diversos momentos das atividades.
A formação esteve relacionada com as Ciências da Computação na Atividade de TIC na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico das escolas da RAM e foi um verdadeiro desafio. Na globalidade, acredito que consegui passar e replicar a ideia, pelos trabalhos práticos apresentados pelos docentes (e experimentados com os seus alunos). Mesmo que o tema fosse novo para alguns, ainda acredito que a criatividade e a originalidade possam potenciar a aprendizagem dos diferentes conteúdos.
Contudo, após a conclusão da formação, refleti sobre os tais momentos "extra", onde antes de qualquer atividade propriamente dita ter desenvolvido diversos "quebra-gelos". Alguns consegui relacionar com a temática em questão (a tal criatividade), outros apenas para criar um ambiente descontraído e divertido.
E talvez uma das chaves esteja aqui. Não é que tenha inventado a roda, muito antes pelo contrário, mas perceber (isto porque foi a minha segunda experiência como formador) que momentos destes são essenciais não só nos espaços formativos, mas também nos espaços educativos. Ver um público alegre e bem disposto é quase meio caminho andado para o sucesso do próprio trabalho (não descurando a parte didática).
Nesta perspetiva, auto desafiei-me no desenvolvimento de um workshop apenas sobre "quebra-gelos". Sei que já existem muitos por aí, aliás, foi na pesquisa de alguns dos jogos que verifiquei a panóplia de exemplos práticos. Não será para já (aponto para o 2.º ou 3.º período letivo), mas fica a promessa da partilha de todos as atividades, originais ou adaptadas. Rir é de facto o melhor remédio.





terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Box Island Game

Na linha do ensino e da aprendizagem de conteúdos relacionados com a programação, neste espaço, foram já abordados diversos conteúdos. Esta temática, como referi em anteriores momentos, é cada vez mais do meu agrado e sempre que é possível, procuro novos projetos e ideias que, de certa forma, sejam possíveis de utilizar no meu espaço de sala de aula.
Como professor TIC, acho que é fundamental integrar esta "matéria" na sala de aula. Além de ajudar os alunos a pensar e a agir, os recursos e as ferramentas que existem vão ao encontro da características dos meus alunos (1º ciclo), nomeadamente na utilização dos blocos programacionais, a filosofia do drag and drop, a utilização de design/figuras apelativas e o próprio acesso (gratuito).
Nesta linha de pensamento, Box Island Game enquadra-se perfeitamente. Esta aplicação, disponível gratuitamente na AppStore, é um jogo que convida os nossos alunos a participarem numa aventura. Aventura essa que ensina as noções básicas da programação, através das setas direcionais e/ou outras ações que o aluno necessita utilizar para resolver e continuar o processo do seu jogo.
Box Island Game utiliza um design muito interessante, em 3 dimensões, que fará com que os alunos tenham um interesse exponencial no processo de consolidação dos conteúdos programáticos e finalização dos respetivos níveis. Podemos até destacar que apesar de não ter versão portuguesa, isso não impede que os nossos jovens possam jogar e poderá até ajudar a ensinar alguns conteúdos na língua inglesas (forward, right, repeat,...).




segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Duckie Deck

Um dos maiores desafios no ensino e na integração das TIC é sem dúvida trabalhar com os alunos mais pequenos, nomeadamente da Educação Pré-Escolar. É um facto de que muitos deles já chegam às nossas salas TIC com alguma experiência tecnológica, mas essencialmente na vertente móvel (telemóveis ou tablets). Por enquanto, na maioria dos nossos contextos educativos, eles irão encontrar computadores daí que é necessário desenvolver um processo adaptativo a esta ferramenta.
Nesta perspetiva, já há algum tempo falei aqui de um dos meus sítios educativos preferidos e que fazem já parte do dia-a-dia dos meus alunos mais pequenos - Duckie Deck. É sem dúvida um espaço repleto de atividades, permitindo dessa forma uma excelente integração para este grupo de alunos. Toda a envolvência dos jogos é feita num ambiente seguro, para que o processo de ensino e de aprendizagem seja tranquilo e com sucesso.
Duckie Deck promove diferentes atividades, todas elas com uma génese educativa e potencialmente atrativa e jogável. Aliás, numa primeira fase e se possível, sugiro a utilização do som dos jogos, que enriquecem ainda mais toda esta interação.
Podemos ainda destacar o facto de que ao longo dos tempos os responsáveis deste espaço têm desenvolvido novos jogos na plataforma, realçando ainda a projeção de inúmeras aplicações móveis com muita qualidade. Está visto, sou um Duckie Deck fan!



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Hat Monkey

O replicar de conteúdos físicos para suporte digital tem cada vez mais adeptos ao nível dos criadores e ilustradores de histórias. Chris Haugthon, autor de livros para crianças, é um desses exemplo com o seu projeto Hat Monkey. Esta aplicação, para os mais pequenos, fala-nos de um macaco que precisa de ajuda para as suas tarefas diárias. Desde a leitura de histórias, jogar às escondidas, entre outras situações, este macaco não descansa enquanto não tiver alguém para brincar. Hat Monkey está disponível para iPhone e iPad (2,99€) e tem versão na língua portuguesa.