Na véspera, ou já automaticamente definido, pensamos nas diversas etapas que temos de cumprir (sozinhos ou alternando com os restantes membros do agregado familiar) e a partir daí definimos os tempos para cada etapa (que podem já ter algum tempo extra para possíveis "derrapagens"). É uma ginástica mental muito interessante e que ao ser treinada desenvolve cada vez estes processos logísticos.
É um facto de que não somos máquinas ou algo que se assemelhe, longe disso, daí que se o plano não funcionar, é importante descobrir onde falhámos e corrigir para as próximas situações. Sempre se fez isto, como é óbvio, mas olhando de forma algoritma, compreendemos que a "logística" matinal, como por exemplo, se pode assemelhar ao algoritmo "sair de casa".
Nesta perspetiva, recentemente, explorei com um grupo de docentes a questão do jogo do galo. Jogo que é conhecido desde cedo pelas crianças do qual algumas "descobrem" a estratégia para vencer ou para não perder. E se essa estratégia fosse escrita? Qual é a forma de vencermos ou de não perdermos no jogo do galo?
Algoritmicamente falando, apresentei uma pequena atividade com as instruções que representavam a vitória ou o empate, através de um papel onde um docente era a representação teatral de um computador. Isto é, fazia o que o papel lhe dizia, de acordo com o jogo e do respetivo adversário (as suas jogadas).
Papel Inteligente (clique para ter acesso à atividade).
















