sábado, 16 de março de 2019

E se houvesse uma forma de...


Ao longo da nossa vida, estamos sujeitos a constantes desafios. Quer sejam a nível pessoal, mas também a nível profissional. É a essência da natureza humana. Não estamos só e muitos desses desafios estão direta, ou indiretamente, relacionados com os habitantes do planeta terra. E não só. Também da própria evolução da sociedade, são cada vez mais os “inputs”, positivos/negativos, que poderão influenciar o desenrolar do dia-a-dia de cada um de nós, bem como de toda a humanidade.
Independentemente de quais sejam esses desafios, é certo que nem todos iremos conseguir resolver, ultrapassar. Aliás, quantas vezes já nos questionámos “e se houvesse uma forma de...”, de modo a conseguirmos resolvê-los? Não existem fórmulas mágicas, mas sim o desenvolvimento de fórmulas. São estas que serão projetadas, testadas, corrigidas, novamente testadas, provavelmente testadas novamente... Um processo árduo e que requer muita persistência.
Estas fórmulas são transversais no cotidiano da sociedade, isto é, tanto podem estar relacionadas com a elaboração daquela sobremesa, na definição do melhor trajeto para a viagem de férias, no desenvolvimento de uma vacina, fazer aquela banda sonora, na criação de uma estrutura de apoio ao hotel em Marte,...
Quer com o suporte da tecnologia, e até mesmo sem, aquilo que se equipara é o processo criativo em prol de um objetivo – ser bem-sucedido. Mas não é apenas suficiente haver uma enorme força de vontade, será importante contextualizar um conjunto de etapas válidas que por certo irão levar-nos num caminho com o devido retorno.
E de facto, todo este propósito poderá ser visto e vivido nas Ciências da Computação, onde se procura definir/encontrar respostas às intermináveis questões da sociedade. Não será justo dizer que é aqui que está a solução para todos os problemas, contudo, é com os alicerces que ela define para os nossos jovens que estes terão oportunidade de construir a sua casa, o seu mundo e um futuro melhor.