Naturalmente que à partida, nada do que disse acrescenta ao senso comum de um professor de Educação Física e de outros grupos educativos, no entanto, algoritmicamente é um suporte que tenho procurado projetar em inúmeras e diferentes situações educativas, mas também sociais.
Esta questão sobre algoritmos centra-se na dimensão educativa sobre a temática das Ciências da Computação, que já faz parte de muitos contextos educativos, não só de agora, porque muito da base que “a sustenta”, é uma realidade transversal (trabalho em equipa, simplificação e resolução de problemas, colaboração, criatividade, etc.).
De facto, um dos pontos fundamentais que devemos primeiramente é desmistificar o termo Ciências da Computação. Isto é, da mesma maneira que as crianças têm Ciências da Natureza, Biologia ou até Química para compreenderem o mundo em que vivem, será pertinente a integração das Ciências da Computação para proporcionar a aquisição de novas habilidades digitais. Habilidades essas que não podemos desassociar das TIC que são também um suporte imprescindível. Em suma, as Ciências da Computação combinam o conhecimento e as habilidades na ajuda à resolução de problemas.
Mas afinal o que são as Ciências da Computação? Na sua génese, enquadra-se no perfil de pessoas que pretendem perceber como funcionam as coisas e de que forma podem fazê-las funcionar melhor. Explora as ferramentas e as técnicas para projetar, criar e desenvolver tecnologia que seja rápida, eficiente, com design apelativo, segura, apropriada, pertinente e até mesmo divertida, entre outros aspetos e que de certa forma possa melhorar a qualidade de vida das pessoas (quer a nível pessoal e profissionalmente).
No entanto, a sua integração não é vista como a formação de cientistas da computação, mas dotar e preparar os jovens para os diferentes desafios profissionais e desafiá-los (a curto e a longo prazo) em criarem um futuro melhor, um mundo melhor.
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