sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Ozobot

O Natal já está aí a chegar e por certo que muitas das compras já deverão estar feitas. No entanto, acredito que ainda poderá haver um tempo ou oportunidade para incluir algumas ideias tecnológicas no sapatinho. O que não faltam por aí, são projetos muito interessantes.
E, ainda um pouco na linha da Hora do Código desenvolvida na minha escola e da envolvência do fenómeno da programação com os mais novos, fica a sugestão para este Natal (e para todo o ano) de Ozobot, um robot inteligente.
Ozobot é de facto muito mais do que um aparente brinquedo. Podemos até considerar como uma "ferramenta" que pretende expandir os horizontes dos mais pequenos, numa dinâmica quase infindável, onde é também explorada a criatividade de cada um.
Com Ozobot, é possível aprender muitos dos conceitos relacionados com a ciência dos computadores, robótica, código e programação. O robot precisa de ser programado, com inúmeras opções de desempenho, do qual podemos ver, editar e corrigir os processos que pretendemos desenvolver.
Ozobot tem diversas modalidades de pagamento consoante o kit ou os acessórios que quisermos adicionar à nossa compra. Este robot é de facto uma interessante prenda que poderá também ser usado nos contextos escolares.




segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Google Code-in

Os recursos que a Internet disponibiliza no âmbito do open-source estão cada vez mais enraizados no mundo digital. O grande problema por vezes é selecionar aquele que mais se adequam à necessidade de cada um e, em muitos casos, ao bolso de cada um. A Internet é de facto um dos melhores aliados ao conhecimento, mas que por certo é cada vez mais importante racionalizar e filtrar, numa dinâmica essencial ao processo de aprendizagem.
Nesta perspetiva, a Google, tem provado que continua atenta ao mercado digital e pelo sexto ano consecutivo disponibiliza aos estudantes (entre os 13 e os 17 anos) uma plataforma com inúmeros recursos relacionados com a ciência dos computadores, isto é, programar, criar e desenvolver (código, pesquisa, interface e garantia de qualidade), com o projeto Code-in.
Neste projeto, os interessados podem escolher as situações de aprendizagem do seu agrado ou da sua área de conhecimento. As tarefas por cada um desenvolvidas são monitorizadas por tutores que ajudam no desenvolvimento das atividades e dos projetos.
Code-in está disponível entre os dias 7 de dezembro de 2015 a 25 de janeiro de 2016, precisando apenas de uma inscrição online. Este projeto pretende no fundo ir ao encontro das próprias necessidades globais ao nível da computação que continuam a evoluir de forma muito rápida onde é preciso uma constante atualização e acompanhamento ao nível do nosso próprio conhecimento e dos nossos alunos.





quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Videolean

O suporte e o apoio de algumas ferramentas são por vezes a solução para conseguirmos atingir determinados objetivos. Existem cada vez mais soluções online que pretendem ser um apoio direto à idealização de conteúdos, independente do fim que se pretenda para eles.
Na domínio de conteúdos relacionados com vídeo, hoje pretendo dar-vos a conhecer Videolean, um serviço online que ajuda a desenvolver vídeos promocionais num dinamismo relacionado com o marketing de algum serviço, negócio ou conteúdo que queiramos promover.
Videolean disponibiliza alguns modelos de acordo com determinados temas e, após a escolha do mesmo, é possível editar texto, adicionar imagens e música. Depois, poderemos assistir à pré-visualização do nosso trabalho e partilhá-lo nas diversas redes sociais existentes.
Videolean apresenta-se como um serviço com diversas modalidades de pagamento, no entanto, é um interessante forma de podermos acrescentar mais alguma experiência numa perspetiva de promoção de determinados conteúdos de maneira a conseguirmos chegar a um maior número de pessoas. Apesar de ser existirem outras ferramentas gratuitas, com Videolean ajudará também a quem não tenha muitos conhecimentos na edição e desenvolvimento de vídeos.




sábado, 5 de dezembro de 2015

Hora do Código

Nas últimas semanas, tenho falado com alguma frequência sobre a Hora do Código que já está aí à porta. Na próxima semana, de 7 a 11 de dezembro, são muitas as escolas, os professores, os alunos e os curiosos que irão participar num dos melhores desafios online.
Para quem está interessado, ainda vai a tempo. Numa perspetiva de experimentar ou conhecer não é necessário fazer qualquer tipo de registo, no entanto, se o caso for "mais sério", é necessário um registo do docente e depois adicionar os alunos (login por email ou código dado pela plataforma). O processo é mesmo muito simples e a partir do registo dos alunos, é possível verificar qual o ponto de situação de cada um deles (os alunos podem também fazer as atividades fora do contexto escolar, usando os seus dados).
A Hora do Código é sem dúvida um excelente desafio e pode ser experimentado pelos alunos mais novos da Educação Pré-Escolar (pela minha experiência, a partir dos 5 anos e que já tenham algum contacto frequente com os computadores). Os mais crescidos, do 1º Ciclo, costumam revelar muito interesse nesta atividade e os mais audazes tendem a desenvolver a atividade em casa com os seus familiares.
Um das vantagens deste projeto é o facto de ser possível dinamizar as suas atividades sempre que quisermos, mas é também importante desenvolvê-la nesta semana em consonância com milhares (ou milhões) de alunos de todo o mundo. Está na hora... Vamos programar!



sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Emaze

Ao longo dos tempos, tenho verificado melhorias significativas na forma como são dadas formações, palestras ou outro tipo de situações, do qual seja necessário utilizar o Powerpoint ou outra ferramenta similar para a projeção da informação. No entanto, é muito provável que nos recordemos de muitos momentos onde observámos apresentações pouco "produtivas", que por certo não foram ao encontro daquilo que se pretendia, isto é, informar.
Antes de passar para o conteúdo desta publicação, gostava primeiro ainda de referir um dos meus prediletos mentores na perspetiva do processo comunicacional, nomeadamente na utilização do PowerPoint (ou de outra ferramenta similar), Guy Kawasaki, onde refere uma espécie de regra para as apresentações em público: 10/20/30. 10 slides, 20 minutos de apresentação e mínimo de 30 para o tamanho de letra. A partir daqui, cada orador/professor/formador terá de enquadrar o que pretende para a sua apresentação. Para uma apresentação, mais do que isto, na minha opinião, já não se enquadra numa estratégia de apresentação.
Voltando ao foco desta publicação, a respeito das ferramentas TIC, para ajudar às nossas apresentações, existem diversas alternativas ao PowerPoint. Naturalmente que devemos ter em conta o processo de construção e Emaze, um serviço online de apresentações, é uma alternativa muito interessante nesta perspetiva.
É um um serviço gratuito, com pré-registo, e que pretende ajudar a criar apresentações de maneira a conseguirmos informar determinado público alvo. Para tal, o sistema é parecido ao PowerPoint, onde é possível adicionar textos, fotos, vídeos entre outras opções. A criatividade e o processo de síntese de cada um é que poderá fomentar o sucesso do projeto.
A plataforma disponibiliza também alguns templates de apoio, todo o processo ficará guardado na nuvem e poderá depois ser replicado nos diversos dispositivos (computador, tablet ou smartphones). Cada projeto pode ser depois partilhado também pelas diferentes redes sociais.
Emaze é uma excelente alternativa ao PowerPoint, no entanto, o sucesso de cada projeto está dependente da forma como cada um condensa a informação e a projeta posteriormente. Não nos podemos esquecer que se utilizarmos a apresentação em público, esta deverá funcionar como suporte à nossa comunicação.






quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Nawmal

As potencialidades das ferramentas estão muitas das vezes dependentes da própria criatividade de cada utilizador. A forma como cada um poderá extrair todo o envolvimento de uma determinada ferramenta, é de certa maneira o sucesso da mesma, bem como dos conteúdos que são criados e dinamizados.
Ao longo dos tempos, temos verificado que os nossos alunos estão cada vez mais exigentes na forma como podemos intervir no espaço de sala de aula (e não só), bem como essa dinamização poderá ser feita numa perspetiva de conseguirmos captar-lhes a atenção e, a partir daí, desenvolver um processo de ensino e de aprendizagem consistente.
Para tal, como já foi várias vezes aqui mencionado, existem soluções que pretendem ajudar neste processo interativo e Nawmal pode ser visto também como mais uma alternativa à comunidade docente. Este projeto, inicialmente conhecido como Xtranormal, tem como principal objetivo criar vídeos, através de uma plataforma rica em recursos e soluções. Vídeos esses onde são possíveis incluir cenários, personagens, diálogos, diferentes perspetivas de câmaras (visualização), entre muitas outras opções. A criatividade é aqui a chave do sucesso dos projetos de cada um.
Como referi atrás, Nawmal surgiu com o fim do projeto Xtranormal. Esta última situação tinha versão grautita, no entanto, agora com a redefinição para o atual projeto surgem duas versões pagas: uma profissional e uma outra direcionada para a educação.
É um facto de que as condições atuais nem sempre possibilitam o acesso a ferramentas pagas, no entanto, as potencialidades que Nawmal possuí são na realidade uma mais valia para a criação de conteúdos ou de outras situações educativas/profissionais.